A Profa Francisca Diana Ferreira Viana é co-autora, junto ao mestrando do PPEA-UFOP: Weslley Ferreira de Morais, do artigo: "ESTUDO SOBRE A RECENTE MUDANÇA NA ESTRUTURA DE MERCADO NO SETOR DE TELEFONIA MÓVEL NO BRASIL: UMA ANÁLISE A PARTIR DE INDICADORES DE CONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL", na Revista Econômica do Nordeste. O objetivo do artigo foi "analisar a estrutura de mercado do setor de telecomunicações no âmbito nacional e regionais nos anos de 2012 a 2022. Para o mercado regional, a divisão foi feita baseada na abrangência de cada DDD. A abrangência regional contribui para explicitar possíveis peculiaridades que poderiam ficar encobertas caso a análise fosse apenas regional, visto que o Brasil é um país de grande extensão territorial, e cada operadora possui dife-rentes parcelas de mercado, a depender da região. Os resultados mostraram que já havia uma alta concentração do mercado em praticamente todas as regiões antes de se efetivar a venda, e que essa concentração aumentou. Demonstrou-se, também, que se trata de um setor no qual há pouca instabilidade na parcela de mercado das empresas. Tal estabilidade pode se originar das barreiras à entrada existentes nesse setor".
Em outro trabalho como co-autora, a Professora Francisca contribuiu com o trabalho intitulado: "EFICIÊNCIA SOCIAL NA AMAZÔNIA LEGAL - UMA ANÁLISE POR MEIO DO DATA ENVELOPMENT ANALYSIS (DEA)". Este estudo teve como objetivo: "mensurar a eficiência social da Região Amazônica, o que permite revelar a performance social das microrregiões, levando em consideração os pontos fortes do desenvolvimento local. Para tanto, este artigo analisou 5 dimensões representadas por 14 variáveis sociais, além do Produto Interno Bruto (PIB) e dos gastos sociais em educação e cultura, habitação e moradia, e saúde e saneamento. Por meio do Data Envelopment Analysis (DEA), foram analisadas 87 microrregiões de 9 estados da Amazônia Legal brasileira. Os resultados revelaram que há baixa correlação (19,07%) entre o Índice de Eficiência Social (IES) e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na Amazônia. Além disso, 63,22% das microrregiões amazônicas estão localizadas no pior quartil do ranking de eficiência social. A região mais eficiente foi Alto Paraguai (MT). As regiões com maior IDH e pior IES estão localizadas no Mato Grosso, área caracterizada pela Agropecuária. As regiões menos eficientes estão concentradas no Pará, sendo que algumas têm como característica o extrativismo, em especial, o setor da mineração".
Para mais informações sobre as pesquisas, ver o link dos artigos em:
Vista do EFICIÊNCIA SOCIAL NA AMAZÔNIA LEGAL
O PPEA-UFOP parabeniza a Profa Francisca pelas publicações.

